Mercado e Negócio

A produção e seu comércio são as maiores fontes de riqueza de uma nação.

“A arte da administração é tão antiga quanto a raça humana.” [Edward D. Jones]

“Empreendedorismo é a sobrevivência que nutre o pensamento criativo. O Negócio não é uma ciência financeira, e sim sobre comércio – comprar e vender.” [Anita Roddick]

“O Negócio pode ser a fonte de uma mudança progressiva.” [Jerry Greenfield]

“O Negócio, mais do que uma ocupação, é a contínua negociação com o futuro; é um cálculo contínuo, um exercício contínuo de previdência.” [Henry R. Luce]

Desde que nasceu o primeiro bem ou serviço há milhares de anos atrás, toda grande civilização, passando pelos Gregos, Egípcios, Maias ou Romanos, percebeu que seu poder e prosperidade tinham como fonte sua capacidade comercial. Independente do modelo de negócio, reduzir os custos de produção e incrementar a produtividade foi a fórmula inicial adotada e ainda continua como essência de todo comércio mundial; comércio este que pode até ter alterado suas facetas por toda nossa história, mas que ainda hoje tem em sua base, as mesmas premissas.

A primeira revolução no mundo dos negócios ocorreu no século XIX, com a chegada da revolução industrial negócios familiares se tornaram capazes de alcançar grande níveis de produção e o crescimento internacional aumentou explosivamente; foi onde se percebeu que empresas não poderiam ser mais administradas paternalmente, a ciência financeira entrou em cena dando à luz as atividades de coordenação e gerenciamento.

A profissionalização e posterior mecanização das linhas de produção colocou o homem numa posição delicada, a de mero alimentador de máquinas no processo produtivo, um mero recurso a ser substituído ou automatizado sempre que possível; deu-se início então, no final do século XIX o conflito entre gerência e trabalhadores. O contexto sociológico começou a invadir, e tomar espaço, num mundo onde apenas a produtividade era valorizada.

Na década de 40 ficou cada vez mais comum os grandes conglomerados transnacionais, que utilizou da revolução midiática para criar a era do marketing; percebeu-se um investimento massivo para se alavancar o consumismo e uma consequente deterioração da qualidade dos produtos; inspirado nos japoneses, o mundo ocidental começou a adotar a partir da década de 60 programas de qualidade total, envolvendo não só os trabalhadores neste processo mas a organização como um todo.

O nascimento da Internet na década de 90, e seu fortalecimento nos anos 2000 mudou o cenário mundial, nasceu a era da inovação. Empresas de garagem poderiam conquistar o mundo, fato que trouxe à tona uma onda de investidores ansiosos por financiar empreendimentos. O fácil acesso a informação em conjunto com a moral e ética social trouxeram as empresas para uma maior humanização do trabalho, e um olhar mais cuidadoso ao ecossistema se tornou importante a ponto de afetar até mesmo a alavancagem dos lucros.

O crescimento do empreendedorismo mundial criou um nível de competitividade sem igual na história, para entrar neste novo mercado uma ideia excepcional é de vital importância; contudo, a habilidade financeira para se manter é ainda mais essencial. Muitos percebem no mundo dos negócios o maior motor nas grandes mudanças da humanidade, este que é certamente o maior criador de riquezas já mostrou algumas de suas falhas em diversas oportunidades, mas ainda assim pode ser considerado uma área de sucesso, e hoje, mais do que nunca, oferece grandes oportunidades e recompensas para quem por ele se aventura.

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