Desenvolvendo a Inteligência Emocional

Inteligência emocional é a intersecção do coração e a cabeça.

“Os líderes mais eficientes possuem algo em comum: alto nível de inteligência emocional.” [Daniel Goleman] 
Daniel Goleman estudou psicologia onde abordou assuntos como rituais de interação social, criou teorias psicológicas que impulsionam atingir objetivos além de meditação e reflexão. Hoje é um bem-sucedido jornalista e autor, sua obra “Inteligência Emocional” vendeu mais de 5 milhões de cópias.

A Inteligência Emocional pode ser resumida na capacidade de perceber, avaliar e gerenciar emoções em si mesmo e em terceiros. Daniel Goleman a dividiu em 5 domínios: conhecer a própria emoção, gerenciar e controlar a própria emoção, auto motivação, reconhecer e entender a emoção das pessoas e por fim gerenciar relações; para o autor dificilmente se consegue bons líderes que carecem de inteligência emocional.

Considerando que os aspectos emocionais são formados com o tempo, através da experiência de vida e autorreflexão, o psicólogo sugere que um bom líder deve possuir habilidades inatas, além de claro, ser treinado. Atualmente o desenvolvimento emocional permeia quase todos os setores do mercado, onde treinamentos para autoconhecimento são aplicados frequentemente; os ganhos são mostrados em uma pesquisa de 1999, que mostrou uma entrega de U$1,2 milhões maior para os colaboradores com maior quociente de inteligência emocional.

Emoções são impossíveis de se evitar, e em grande parte dos casos aparecem como um trem desgovernado. Não as expressar de imediato exige grande habilidade e pode não trazer como consequência o resultado esperado. A emoção é tão essencial, em sua expressão, quanto o raciocínio ou as atividades fisiológicas mais básicas; é um mecanismo de comunicação eficiente e de fácil entendimento, pois qualquer pessoa consegue interpretá-las e trazer para sua experiência de vida de forma instantânea e imediata.

Da mesma forma, ser “atropelado” pelas emoções de terceiros pode vir a ser uma tarefa desagradável; o que torna o domínio do autoconhecimento um dos mais importantes apontados. Se não sabemos como nos comportamos ao expressar nossas emoções ou receber as emoções de outros, podemos ter atitudes ou ações inesperadas e inaceitáveis para o contexto onde estamos inseridos; em um mesmo modelo, se não sabemos como as pessoas se comportam não somos capazes de entender o que querem expressar de fato, o que pode dificultar intermediar conflitos, expectativas e os inevitáveis mal-entendidos.

 
 

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