Trabalhando com Visão

Estratégia e Operações.

“Determine que algo pode e deve ser feito, e então nós encontraremos uma maneira. ” [Abraham Lincoln]

“Você tem que ter uma visão. Com ela você é capaz de se articular de forma clara e com força em diversas ocasiões. Não se pode tocar um instrumento incerto.” [Theodore Hesburgh]

O Gato de Cheshire, em Alice no País das Maravilhas, afirmou: “se você não sabe onde quer chegar não importa o caminho que vai tomar”. Organizações devem evitar tal comodismo, a definição de objetivos e estratégias devem ser traçados e divulgados; e uma vez alcançados devem ser compartilhados.

Toda análise estratégica se inicia com o autoconhecimento da própria organização, como por exemplo uma Análise SWOT, posteriormente deve-se traçar um conjunto de valores para que se evite ações que não deveriam ser tomadas, por fim deve-se buscar as mais diversas ferramentas estratégicas existentes para que a organização possa se posicionar no mercado em uma situação onde tenha vantagem competitiva.

Definida a estratégia, inicia-se a operação e execução que permitirá alcança-la; é neste momento que deve ser colocado em prática o acompanhamento e monitoração de movimentos internos e externos. O mercado não é apenas dinâmico, o que exige boa gestão, ele também é competitivo o que exige visão para antever as inúmeras ameaças. São incontáveis os exemplos de empresas que se tornaram defasadas frente a um concorrente e simplesmente deixaram de existir.

Monitorar a operação e a execução não se trata apenas em atingir os objetivos propostos, mas também em traçar probabilidades e ações de contornos que podem ser tomadas caso eventualidades negativas venham a ocorrer. Nesta gerência de possíveis riscos geralmente existe uma concentração de ideias em como driblar as desventuras e muito pouco em como se aproveitar as oportunidades; é importante, portanto, enxergar riscos não apenas como desafios a serem superados, mas também como surpresas que devem ser extraídas ao máximo do mercado.

A dinamicidade do mercado tem levado empresas cada vez mais a trocarem uma estrutura hierárquica de controle, para uma não hierárquica de decisões. Flexibilidade é o que permite não apenas a empresa se envergar diante dos vendavais do mercado, mas também se adaptar para as mudanças futuras que certamente ocorrerão e que não poderão ser previstas. Escalabilidade e adaptabilidade são os principais efeitos colaterais em se ter um sistema central de direção ao invés de um controle gerencial.<

A história do mercado nos mostra que ele está competitivo como nunca, é fato também que a Internet simplesmente mudou tudo, qualquer negócio acessível online pode ter como mercado qualquer pessoa ou instituição ao redor do globo. As empresas nascidas de uma única pessoa na garagem ou em cômodos de uma casa têm se multiplicado exponencialmente e conseguem ameaçar muitas vezes até as mais gigantes e centenárias corporações.

O comportamento do consumidor também mudou, a exigência ética e moral têm influenciado cada vez mais sua decisão de compra, e apesar de muitas empresas não ter se inclinado a esta nova onda para garantir ganhos organizacionais, muitas outras são a prova concreta de que seguir princípios e valores não somente traz dignidade como são fatores relevantes para se obter excelentes resultados.

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