M-Commerce

Comércio eletrônico está se tornando comércio móvel.

“Consumidores não mais vão as compras, eles estão sempre comprando.” [Chuck Martin]

A possibilidade em se utilizar apenas o celular para realizar pagamentos é uma facilidade que pode auxiliar consumidores, lojistas e instituições financeiras. A primeira transação foi realizada na Finlândia em 1997; atualmente existem caixas eletrônicos que permitem transferir dinheiro da conta aos celulares, comprar ingressos para eventos e até mesmo validar seu assento com códigos de barras multidimensionais. O objetivo final ainda consiste em permitir que o consumidor possa fazer compras no supermercado e pagar apenas aproximando se celular do caixa de pagamento, realidade esta, que já existe em alguns países.

O termo m-commerce, comércio móvel, foi criado em analogia ao e-commerce, comércio eletrônico, para caracterizar transações comerciais utilizando dispositivos móveis através da rede de telecomunicações ou de suas operadoras. Como o mercado ainda não está padronizado, diversas modelos de pagamentos estão surgindo, desde compras que são faturas na própria conta telefônica, passando por pagamentos onde celulares com NFC são aproximados de pontos de cobrança até carteiras virtuais que permitem transferência de dinheiro entre aparelhos.

Um dos maiores atrativos do m-commerce consiste na expectativa de crescimento para o setor, onde previsões indicam um crescimento anual de 50% na área. A Inglaterra é líder neste tipo de comércio e suas instituições esperam um crescimento aproximado de 55%, enquanto o comércio eletrônico deve aumentar 8% e o tradicional apenas 1,6%.

Esta diferença de crescimento não é uma surpresa, tendo em vista o aumento do acesso à Internet por dispositivos móveis, a credibilidade que muitas lojas estão entregando nas compras virtuais e a facilidade em se adquirir um produto de forma imediata a qualquer momento; todos, características que vêm de encontro com o perfil da nova geração que está chegando ao mercado consumidor.

Sabemos que o Ser Humano não é assim tão racional (ver o post sobre o Dan Ariely) e que o processo de compra é em parte ditado pela impulsividade e estimulado por reações químicas dentro do nosso corpo. Se pensar no modelo de compra que envolve detecção de problemas, pesquisa, comparação e aquisição é fácil perceber porque o celular e o m-commerce é tão poderoso; entrega-se todo o fluxo em um único lugar, de forma simples, conveniente.

Os problemas podem ser gerados pelo marketing e a propaganda, pelos posts dos amigos ou de artistas que se segue nas redes sociais, a pesquisa é entrega por ferramentas de busca, a comparação por blogs e vídeos de especialistas e a compra pelas grandes lojas de comércio eletrônico. Importante a consciência destas etapas, pois apenas ter os elementos cobertos de maneira parcial pode levar um m-commerce a ser menos atrativo do que outros. O que resulta em investimento parcial perdido.

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