Entregando

Produção e Pós-Produção.

“Melhoria, geralmente implica em fazermos algo que nunca fizemos antes.” [Shigeo Shingo]

“Manufaturar é mais que colocar peças juntas. É ter ideias, testar princípios, aperfeiçoar a engenharia e a montagem final.” [James Dyson]

Ao passo que a tecnologia ajuda empresas a reduzir seus custos e melhorar sua produtividade, ela também cria nos consumidores grandes expectativas e um senso crítico mais apurado. Enquanto as organizações que não possuem mecanismos de produção e distribuição de sucesso perdem dinheiro e clientes, as que possuem um processo de sucesso certamente passaram por diversas melhorias que duraram anos. Buscar a eficiência em um processo, é sem sombra de dúvida a estratégia certa, e o melhor é dar início antes que as vendas comecem a cair.

A redução do custo de produção e distribuição, consta dentre as principais metas do corpo gerencial de uma organização. Joseph Juran foi quem criou em 1950 os primeiros modelos que buscavam reduzir os custos e simplificar o processo de produção, suas ideias ficaram conhecidas como lean production e foram aplicadas em diversas organizações ao redor do Globo.

A Toyota está entre os principais exemplos de eficiência, e uma das ideias adotadas foi a produção just-in-time, que busca reduzir os gastos com estoque alinhando a produção as demandas que são atualizadas mais frequentemente.

Uma eficiência operacional, também é resultado de criatividade e inovação da organização, enquanto muitas organizações ainda concentram a melhoria de processos em departamentos específicos como o de Pesquisa e Desenvolvimento ou o de Qualidade, outras ao exemplo da Toyota criam grupos que envolvem todo o nível hierárquico para buscarem melhores alternativas para o dia a dia, técnica que ficou conhecida como Kaizen.

Contudo é possível ir além, com o uso da tecnologia, principalmente a Internet, algumas organizações permitem que o próprio canal de distribuição e até mesmo os clientes contribuam com ideias ou façam parte do desenvolvimento e implementação de novas melhorias.

A tecnologia possui papel fundamental na busca da eficiência operacional, atualmente, empresas que possuem grande quantidade de coleta de dados podem usufruir do poder computacional e de modelos matemáticos que permitam extrair informações e padrões de montagem, distribuição e consumo que facilitam encontrar gargalos bem como pontos de melhorias que trarão bons resultado.

Em 1980, outro fator importante começou a ser considerado no processo de produção: gerenciamento do tempo, a ideia é que gerenciando o tempo das entregas e da execução das atividades é possível criar indicadores, além de claro facilitar a criação de modelos que traga agilidade entre uma ideia e a apresentação do produto ou serviço ao mercado

Todo este processo de melhoria ainda conta com uma variável extra, a concorrência. Dependendo do mercado os competidores podem ser mais eficientes e lançar produtos com maior qualidade a menores preços e até mesmo convencer o cliente que o produto ainda em estado operacional de qualidade deve ser trocado por uma versão mais nova, mantendo-se, portanto, atualizado.

Independente se uma empresa está na frente de seus concorrentes ou buscando ser a primeira na mente dos consumidores, a formulação e uso de benchmarks são essenciais para comparar a própria organização onde se atua com ouras de mercado, buscando adotar as melhores práticas de um dos concorrentes e realizar entregas diferenciadas.

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