Atendendo a Demanda

Se sua torta não é grande o suficiente, faça uma torta maior.

“Nosso gerenciamento de inventário é o que permite a Dell entregar novas tecnologias a preços baixos, enquanto os concorrentes se esforçam para vender produtos velhos.” [Paul Bell]

Acredita-se que a capacidade de armazenar produção e gerenciar estoque iniciou-se a partir de 10.000 anos antes de cristo, sendo os Sumérios os primeiros a gerenciar seus armazéns a partir de 4.000 anos antes de cristo. Atualmente gerenciamento do estoque é uma atividade importante nas organizações, é ela quem define se uma repentina mudança de demanda poderá ser atendida, ou se os clientes terão que procurar um produto similar na concorrência.

Acredita-se que a capacidade de armazenar produção e gerenciar estoque iniciou-se a partir de 10.000 anos antes de cristo, sendo os Sumérios os primeiros a gerenciar seus armazéns a partir de 4.000 anos antes de cristo. Atualmente gerenciamento do estoque é uma atividade importante nas organizações, é ela quem define se uma repentina mudança de demanda poderá ser atendida, ou se os clientes terão que procurar um produto similar na concorrência.

Para evitar a falta de estoque, muitas organizações criam estoque de matéria-prima e até mesmo de produtos semiacabados, assim uma falha do fornecedor ou até mesmo a parada de uma máquina não seria capaz de comprometer a produção.

Contudo a manutenção de estoque é custosa pois exige a construção de armazéns e seu gerenciamento, além de claro trazer as perdas da inflação e o não lucro do retorno caso o dinheiro fosse investido em uma aplicação no mercado financeiro. Neste escopo, portanto, o importante é encontrar o balanço entre custos e poder de entrega.

Desde 1974, quando foi criado o sistema de código de barras, a principal solução para este equilíbrio tem sido a implantação de sistemas de software que montam a previsão de vendas e indicam a quantidade ideal de estoque.

Para não correr o risco de redução do estoque, cujo principal prejuízo e não permitir realizar vendas, é comum as organizações utilizarem a estratégia de buffer, onde se aplicam limites mínimos de matéria-prima ou produtos semiacabados, que ao serem atingidos disparam o pedido de compras para o fornecedor mantendo a reposição de forma contínua.

Atualmente sistemas de gestão de estoque e armazém, como ERPs e WMSs, somado a tecnologia de código de barras ainda formam grande parte do arcabouço tecnológico das companhias ao redor do mundo. Algumas empresas mais avançadas já contam com robôs e RFID para a gestão do seu armazém, contudo apesar de tecnologias inovadoras elas auxiliam mais na precisão e agilidade no manuseio do estoque.

O grande problema ainda continua sem uma solução, que é a previsibilidade e assertividade da demanda. Assim como investimentos financeiros, os dados antigos não são garantias de recorrência no futuro, e, portanto, devem ser utilizados com sabedoria.

A partir de 1990 surgiu uma nova tecnologia que pode auxiliar a prever picos ou redução de demandas: a Internet, que somando ao comportamento rastreável nas redes sociais pode ser de grande valia para os produtores antecipar pedidos ou até mesmo gerar uma demanda. Contudo tal perspectiva, é hoje, realidade de uma ínfima minoria de organizações.

 

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